9 de mai. de 2017
8 de abr. de 2017
20 de mar. de 2017
7 de mar. de 2017
4 de fev. de 2017
Fui fazer abdominal e fiquei paraplégica
Fui fazer abdominal e fiquei paraplégica: E a minha vida hoje é 10 mil vezes melhor por isso
Aprendi a acreditar mais em mim, não me deixar abalar pelas coisas difíceis e a escolher melhorar cada dia mais. Fiquei forte | Crédito: Arquivo pessoal/Redação Sou Mais Eu
O médico chamou minha mãe para um canto e falou algo. Ela
imediatamente caiu no chão, aos prantos. Não consegui escutar a conversa –
emergência de hospital é lugar barulhento! Mas naquele momento eu soube: estava
paraplégica. E tinha ficado assim por causa de um abdominal!
O momento em que quebrei a coluna foi filmado
Fazia quatro meses que eu havia virado “rata de academia”.
Embalada pelo fim de um namoro e determinada a me livrar de 9 kgs extras que o
hipotireoidismo havia colocado sobre meu corpo, acabei viciada em malhar. Por
isso, mesmo cansada e suada, resolvi esticar o treino no fim daquela tarde de
sexta-feira com uma série de abdominal morcego – aquele em que você eleva e
abaixa o tronco enquanto fica pendurada de cabeça para baixo numa barra, sabe?
Enquanto colocava um caixote de madeira embaixo da barra
para conseguir subir nela, pedi que um amigo filmasse minha performance. Na terceira
repetição, me desequilibrei e caí de nuca no caixote (veja o vídeo). Em
segundos o pessoal da academia me rodeou, desesperado. Mantive a calma e tentei
me levantar. Quando vi que minhas pernas não respondiam ao meu comando, pedi
que não me movessem. “E chamem minha mãe!”, gemi, enquanto uma dor impensável
se espalhava pelo meu corpo todo.
“Você nunca mais vai andar”
Minha mãe logo chegou, olhos arregalados de medo. Para não
assustá-la ainda mais, me segurei e não chorei. Só transpareci meu sofrimento quando
os socorristas do SAMU – que demorou 40 minutos para chegar... – colocaram o
colar cervical no meu pescoço. Uivei de dor!
Fui levada para um hospital público, onde me atenderam com
urgência por causa da pancada na cabeça. Após uma tomografia, chegaram a duas
conclusões: uma vértebra havia sido quebrada e eu nunca mais iria andar.
Sete horas depois de dar entrada no pronto-socorro, fui
transferida para uma clínica particular. Vivi um pesadelo nos 20 km até lá! A
dor causada por cada solavanco me tirava o fôlego. Como a lesão era no osso, os
analgésicos não davam conta. Só no dia seguinte eu senti algum alívio. E foi
meramente físico, pois o médico que veio me ver explicou que a medula estava
bastante prejudicada, muito provavelmente perfurada. “É possível que você
chegue a se levantar um dia, mas caminhar? Nunca mais!”, cravou.
E mais essa: a cirurgia infeccionou!
Não acreditei no veredito do doutor. A gente nunca pensa que
uma coisa dessas vai acontecer com a gente. Por isso, quando acontece, custamos
a aceitar. Além disso, recebi tantas visitas no domingo, que me senti amada,
forte. Sem pensar direito no que tinha acontecido, eu nem consegui ficar
triste..
Na segunda à noite, passei 4h30 na mesa da operação, numa
cirurgia destinada a colocar minha coluna no lugar. Puseram duas hastes de
titânio e 12 parafusos e descobriram que a medula não tinha sido perfurada.
Opa, eu tinha chances de voltar a andar. Porém, o processo demoraria de um a
dois anos. E eu nem imaginava, mas antes dele teria de enfrentar um desafio
mais urgente: uma osteomielite.
Trata-se de uma infecção no osso – como demorou três dias
para fazerem a cirurgia, juntou sujeira do próprio organismo no local da lesão,
que infeccionou. Resultado? Dor, dificuldade de comer e um corte que não fechava
por nada. Nesse momento, meu estado tinha passado de grave para gravíssimo,
disseram para os meus pais esquecerem a chance de voltar a andar ou não e só se
preocuparem com a minha vida, que estava em risco. Depois de duas semanas
tomando antibióticos sem sucesso, voltei para a sala de operações. Lá, limparam
a lesão e controlaram uma hemorragia interna.
Correu tudo bem no procedimento, mas três dias depois dele
uma enfermeira que me ajudava a tomar banho me tirou da cama e me soltou. Caí
no chão, o dreno rompeu e começou a sangrar. Naquela noite, tive febre e
desmoronei. Toda força de até então foi para o ralo. Chorei sem parar, me senti
fraca e incapaz. A febre me impôs uma terceira operação, para limpar novamente
e evitar outra infecção. O tormento parecia não ter fim!
A ficha caiu... e eu me desesperei!
No dia 30 de outubro, após quase um mês internada, tive
alta. Foi a maior alegria do mundo para mim, eu chorava de emoção. Mas a
euforia virou desespero logo após o jantar. É que, ao perceber como seria
complicado me locomover de cadeira de rodas em casa, tive a dimensão do quanto
seria difícil me recolocar na vida e no mundo.
Foi a pior noite da minha vida. Em desespero, me permiti
chorar e desejei ter morrido. Mesmo com o apoio dos meus pais e dos meus
irmãos, vivenciei os primeiros dias como que num pesadelo. Que só teve fim
quando um anjo chamado Serginho adentrou a porta do meu quarto.
Fisioterapeuta e amigo do meu irmão, ele veio me visitar e
me resgatou do fundo do poço. Sem me prometer nada nem me dar prazos, me
ensinou a acreditar de novo na minha recuperação. Me encheu de esperança ao
dizer que lutaria comigo para que eu recuperasse meus movimentos.
Já na primeira visita iniciou seu trabalho. Eu não mexia
nada da cintura para baixo. Fazia sessões todos os dias, de 1h a 3h. Após
inúmeras tentativas de fazer meu pé mexer, senti como se minha pele estivesse
esticando. Eram meus dedos respondendo ao meu comando! Foi muito leve, mas tão
intenso que acordei minha mãe para perguntar se era real. Ela filmou, acordou a
casa toda, que vibrou, emocionada.
Aquilo foi decisivo para que eu acreditasse mais na minha
recuperação. Evolui nas sessões de físio e fazia lições de casa quando Serginho
ia embora. Duas semanas após sair do hospital, consegui levantar. Comecei,
então, a treinar dar passos e, segurando no pescoço do Serginho, andei. Meu pai
comprou um andador para mim e uma amiga me emprestou muletas. No natal de 2013,
dei os primeiros passos sem ajuda.
Precisei de terapia para me sentir confiante de novo
Levei quase um ano para retomar minha rotina normal, com
direito a trabalhar e treinar com personal. Precisei fazer terapia para voltar
a me sentir confiante com o apoio da muleta ou da cadeira de rodas. Havia
perdido a vontade de ir para rua. Eu via as pessoas me olhando sem entender ou
questionando o fato de uma paraplégica se divertir.
Meus amigos me ajudaram e me levantaram muito, brincavam com
a situação e me divertiam. Aprendi que tudo dependia de como eu reagiria. Mas
paquerar era muito difícil. Uma vez, num bar, um cara me paquerava enquanto eu
estava sentada. Quando levantei com a muleta, ele desviou o olhar e fingiu que
nada tinha acontecido. Isso me destruiu, mas ao mesmo tempo me fez entender que
minha condição afasta muita gente que não acrescenta em nada.
Passei a postar sobre isso no blog Go, Gena (que comecei a
fazer quando ainda estava internada). Uma amiga me indicou para uma fotógrafa
que tinha um projeto para recuperar a autoestima das mulheres e ela me convidou
para posar. Achei o resultado tão incrível que percebi que não existe diferença
de beleza pela limitação física. Sou bonita sim e pronto. Ninguém tinha que se
lamentar pela minha situação.
Parte de mim foi embora no acidente
Não tem como alguém passar pelo o que eu passei e continuar
igual. Eu sou outra. Aprendi a acreditar mais em mim, não me deixar abalar
pelas coisas difíceis e a escolher melhorar cada dia mais. Fiquei forte. Eu era
muito inquieta e insatisfeita com tudo. Hoje vejo o lado bom de todas as
coisas.
Passei no concurso de escrivã da polícia civil, estou
escrevendo o livro da minha história e participo de palestras motivacionais. Eu
me arrependo demais de ter pensado em morrer, mas fez parte de um momento de
desespero. Faz três anos e quatro meses do acidente e minha vida é dez mil
vezes melhor hoje.
Maria Eugênia, 31 anos, jornalista, Jaboatão dos
Guararapes, PE da redação
Bom senso e acompanhamento profissional evitam lesões em
atividades físicas
Praticar exercícios físicos é essencial para a saúde, mas
para funcionarem e terem resultados positivos são necessários alguns
cuidados. André Nogueira, fisioterapeuta e sócio-fundador
da Club Fisio, indica três passos para o preparo do corpo antes de começar
qualquer exercício físico:
- Fazer um bom check-up. “Não podemos começar antes de saber
se está tudo ok”, salienta André.
- Fazer uma boa avaliação com um fisioterapeuta ou
profissional da área.
– Fazer alongamentos antes de todo e qualquer treino.
Nogueira dá ainda um alerta quanto à prática: “Mesmo
com acompanhamento de um profissional, alguns exercícios não são indicados e
podem ser substituídos por outros; é o caso do abdominal morcego”, explica.
11 de set. de 2016
Um choque de realidade chamado... PARAPLEGIA
As pessoas se
acostumaram com o modelo do paraplégico sentado numa cadeira de rodas, bem
penteado e arrumado, mas não imaginam que exista toda uma infra-estrutura
envolvida e que a maioria, (mais de 85% dos casos), não tem condições de arcar
com os custos de um tratamento. Para os que não sabem, paraplegia mata! Não a
deficiência em si, mas as seqüelas associadas à lesão. Os paraplégicos
deparam-se com uma vida de grande incapacidade, requerendo acompanhamento e
cuidados contínuos, e a experiência de inúmeros profissionais de saúde, por
toda a vida. Complicações de sepse (infecção), são uma importante causa de
morte nos paraplégicos, permanecendo o risco pelo resto de suas vidas.
Edemas nos membros inferiores, contraturas articulares, problemas
respiratórios e dor. O déficit neurológico é permanente e novos problemas de
saúde podem desenvolver-se: osteomielite, fístulas e espasmos musculares,
sensibilidade profunda, descontrole vesical e intestinal. Isso tudo, além de
perda da função e da sensibilidade sexual, em grande parte das lesões. A
imobilidade leva a ruptura cutânea (úlceras de decúbito, ou escaras) e,
infecções urinárias por toda a vida. — Sei que muitas serão as interpretações
de meu texto. Por mais contundente que pareça, já era a hora e o momento de se
fazer conhecido nosso real sofrimento. Apesar de polêmica, defendo uma linha de
pesquisas na qual sejam utilizados voluntários, quer em terapias e/ou cirurgias
experimentais. — Cito exemplos: 1º transplante de coração, 1ª cirurgia de
múltiplos transplantes de órgãos, 1º transplante de pulmões, rins, fígado e
outros. Até mesmo cirurgias complexas, de alto risco, como a separação de
gêmeos siameses. Senhores: tudo é questão de iniciativa; falta apenas um precedente.
Não existe
progresso sem sacrifícios, nem cura sem voluntários em terapias e/ou cirurgias
experimentais. Terapias promissoras de regeneração envolvem a manipulação de
células-tronco embrionárias, sim. Células-tronco adultas não se transformam em
neurônio é um fato! Não se pode frear a ciência. O que está ocorrendo
é o adiamento do inevitável. Eu sou voluntário, sou cobaia, fiz a minha
escolha, e você amigo leitor qual seria a sua escolha?
“A dor é uma
experiência individual, ela desperta sentimentos diferentes em pessoas
diferentes.”
Obrigado, Ricardo Monclair
10 de set. de 2016
CET'S - Transplante com células-tronco embrionárias
Em
Outubro de 1999 comecei minha busca pela cura de minha paraplegia. No ano de
2003 descobri que como cobaia teria uma chance, sim! Em Dezembro de 2007 após 3
anos sendo sondado por uma equipe (junta) médica internacional fui selecionado.
Em Janeiro de 2008 recebi o sumário final para preenchimento e internação após
rigorosa avaliação (on-line, — troca de e-mails). Em Março de 2008 fui
convidado a participar do projeto, mas não consegui recursos suficientes para
viajar e permanecer residindo em solo estrangeiro por um breve período enquanto
seriam realizados exames complementares.
Quisera
eu que as pessoas acreditassem o quanto acredito que sou capaz... Não sou apenas mais um fazendo campanha. As
belas frases e/ou palavras ainda não alcançaram o resultado esperado, mas vão
alcançar tenho fé... Preciso de credibilidade, ajuda de custo, investimento
e/ou patrocínio e assim, todavia serei aquele que vai por fim a questão mais
polêmica nos dias de hoje: CLONAGEM TERAPÊUTICA. — O TEMPO DE PROMESSAS, FALSAS
ESPERANÇAS chegou ao fim. Meias-palavras não bastam, não resolvem... Atitude é
que fará toda diferença. Voltar a caminhar deixou de ser sonho tornou-se
realidade desde que eu consiga as condições ideais para tal. Eu vou provar ser
possível realizando esse procedimento e sobrevivendo ao mesmo... Afinal no contexto as pessoas querem
resultados práticos e positivos e não palestras e/ou promessas para daqui a
vinte anos. A vida é uma só, e só existe uma possibilidade de fazer as coisas
que queremos fazer...
“É
melhor estar preparado para uma oportunidade e nunca tê-la, do que ter uma
oportunidade e não estar preparado.” (Anônimo)
Obrigado!
Ricardo Monclair
e-mail:
ricardomonclair@gmail.com
20 de ago. de 2016
Avanços para uma possível cura da PARAPLEGIA
Novo Implante na Medula permite Recuperar a Capacidade de Andar
Cientistas suíços criaram um novo material, implantável na espinal medula de um corpo paralisado, que lhe permite recuperar a capacidade de andar. O implante foi testado com sucesso em laboratório em cobaias paralisadas, que recuperaram o movimento dos membros afetados. Agora está previsto o início da fase de testes em humanos.
O dispositivo foi desenvolvido por cientistas da École Polytechnique Fédérale de Lausanne (EPFL), na Suíça, liderados pela professoraStéphanie Lacour. O implante é incrustado num novo material flexível, extensível e condutor, desenvolvido à base de silício e ouro dispostos em camadas ultra-finas de apenas 35 nanómetros (0.000035 milímetros).
O dispositivo transmite impulsos elétricos e administra medicação, funcionando como uma “ponte” entre segmentos da medula que tenham sido decepados.
O novo material foi batizado de e-Dura, a partir de dura mater, ou dura, a mais espessa das três membranas, ou meninges, que envolvem o cérebro e a medula espinhal.
Devido à sua flexibilidade e elasticidade, o e-Dura não causa inflamação nem é rejeitado pelo tecido da medula onde é implantado.
“A medula espinhal expande-se e relaxa”, explica a professora Stéphanie Lacour. “Se tivéssemos um material não deformável, a fricção iria causar inflamação”.
“O nosso implante pode permanecer por períodos de tempo mais longos na medula e no córtex precisamente porque tem as mesmas propriedades mecânicas da dura mater“, revelaLacour.
O resultado da investigação foi publicado na revista Science . Os investigadores esperam agora efetuar testes em humanos e desenvolver um protótipo para uso comercial.
12 de ago. de 2016
16 de out. de 2015
AUTO VIAÇÃO ACARI
Indício
de fraude processual/obscuridade, sim ou não?
Rio
de Janeiro, 10 de outubro de 2015
Sou
Ricardo Oliveira, paraplégico há 16 anos, fui atropelado por um ônibus da linha 607, em setembro de 2009, quando estava parado sobre a calçada em minha cadeira de rodas. Foi decretada penhora online das contas da
empresa, porém não foi possível rastrear nem a conta jurídica e tão pouco dos
sócios. Pergunto: se o RJ - Brasil não é paraíso fiscal, qual subterfúgio foi
utilizado para esconder tais contas de modo que nem mesmo uma juíza possa
obter essa resposta? Qual foi o artifício, e se for ilegal se enquadra em quais
crimes?
Obrigado, Ricardo Oliveira
e-mail: ricardomonclair@gmail.com
*****
Despacho da Juíza, comarca da capital -RJ: 23/09/2015
Descrição:
Diga o exequente como pretende prosseguir na execução, eis que nenhum valor foi
bloqueado. P. I.
Documentos
Digitados: Despacho / Sentença / Decisão
MEU COMENTÁRIO: Enquanto paraplégico tinha uma vida
quase normal, digna, viável e produtiva. Após atropelamento fui considerado
inválido por dois PERITOS DESTINTOS, não posso mais conduzir uma cadeira de
rodas sozinho. Resumo: 3 anos e 6 meses internado...
3 anos e 3 meses tomando
banho de leito, estou acamado há 5 anos, devido as sequelas decorrentes de
várias cirurgias.
14 de jan. de 2015
5 de nov. de 2014
13 de out. de 2014
O acidente de Ricardo Monclair
Rio de Janeiro, 13 de outubro de
2014
Sou
Ricardo Oliveira,
paraplégico há 15 anos (vítima de PAF, pois tentaram roubar minha moto). A vida
volta e meia me prega umas peças: em 17 de setembro de 2009, quando voltava
para casa no Bairro do Eng. Novo - RJ, parei na calçada e fiquei aguardando o fluxo
dos carros diminuir pois precisava contornar um buraco que vazava muita água de
esgoto. Inexplicavelmente um motorista de ônibus subiu na calçada (para desviar
do mesmo buraco), colidiu comigo e me arrastou por mais de 15/20 metros. Recebi o primeiro atendimento pelo SAMU, fui
levado para o Hospital do Andaraí, após o 1º atendimento e de receber alta no
mesmo dia, me tratei ambulatorialmente no referido hospital por 1 mês e meio. Fui
então encaminhado para o Hospital de Ipanema, onde iniciei tratamento pela
comissão de curativos, e também realizei autocuidados por 1 anos e 10 meses.
Sucessivas hemorragias, febre alta - 41,3º, e muita debilidade física fizeram
com que eu procurasse o Hospital Municipal Miguel Couto. Sucessivas infecções, suspeita de septicemia e declínio do meu estado geral contribuíram para que permanecesse 3 anos
e 6 meses internado, no setor de Clinica Médica, período o qual recebi: 24
transfusões de sangue, fui submetido a 10 pulsões venosas profundas. Fiz 10
meses de antibiótico-terapia, sendo 6 meses consecutivos (entenda-se dia e
noite). Após 3 debridamentos cirúrgicos, ainda seria submetido a 7 cirurgias.
Ah sim, fiz 4 cirurgias em 3 dias (duas no mesmo dia). Recebi sugestão para
amputação do membro esquerdo, – RECUSEI. Recebi outra indicação de amputação de
membro, só que da perna direita, – RECUSEI. Passado algum tempo, outra sugestão
de amputação parcial do membro esquerdo, – RECUSEI.
Atualmente
estou em fase final de cicatrização dos meus ferimentos, – 5 anos de
tratamento.
JUSTIÇA
Nunca
recebi sequer um copo com água da empresa do coletivo. Meu advogado levou 2 anos e 7 meses para dar entrada em meu processo. Me foi negado um pedido de
tutela antecipada. Aguardei perícia médica num hospital público durante mais de
1 ano. Na data da perícia, estando eu internado, ainda assim, precisei me
deslocar por meios próprios até o local da perícia. A perícia foi realizada em
10 de junho de 2014, até o dia de hoje inexplicavelmente o médico perito não
emitiu meu laudo.
SONHO INTERROMPIDO
Entre
os anos de 2002/2004, passei por uma longa internação, superei inúmeras
dificuldades. Numa decisão combinada com médicos cirurgiões a época, fui
submetido a duas cirurgias num curto espaço de tempo e de alto risco com
baixíssimas possibilidades de êxito. Pois bem, aceitei os riscos, venci,
contrariando os prognósticos mais pessimistas. Querido e respeitado por médicos
e corpo de enfermagem do setor da Cirurgia Geral do Hospital Miguel Couto,
comecei a estudar (autodidata) medicina/embriologia humana dentro do hospital.
Os médicos me forneciam os livros, motivado e cada vez mais curioso tive a
ideia de escrever de próprio punho cartas endereçadas a embaixadas e agências
consulares de todo o Brasil, ah sim, o que buscava? Queria uma chance como
voluntário em uma cirurgia experimental com células-tronco embrionárias, sim,
me candidatei como cobaia-humana e obtive algumas respostas. Selecionei os
contatos recebidos por algum tempo, e contatei-os. Escrevi 284 cartas durante
os 365 dias do ano de 2004. O resultado de tantas buscas viria um pouco mais
tarde. Objetivamente nunca fui chamado, mas obtive dois curiosos convites,
precisamente no ano de 2007, mas não tive condições de bancar os custos de uma
viagem/estadia para os EUA.
Durante
os anos de 2007, ao dezembro de 2010, mesmo ferido depois do atropelamento do
ônibus em 2009, ainda sonhando, e como sempre acreditando muito divulguei minha
campanha (via textos) para angariar fundos para minha viagem/estadia em solo
estrangeiro. Percorrendo a zona carioca, e muitas das vezes de porta em porta,
entreguei mais de 100.000 textos. Trabalhei no limite do esgotamento físico
humano, dono de uma disciplina quase militar acordava de segunda a sexta
04:30hs da manhã e partia pra guerra. Sabe, alguns dizem que não acredito em
Deus, mas não gosto que digam isso, afinal não é verdade. Atualmente estou
passando por enorme dificuldade financeira após ter recebido minha alta médica,
tanto que sou obrigado a confessar que o hospital está me fazendo falta. Recebo
R$ 724,00 LOAS (pensão INSS), pago R$ 246,00 de empréstimo mensalmente.
Albergado na sala da casa de minha irmã restam-me poucas economias, pois montei
(sem poder custear) uma estrutura caseira de HOME CARE, confiando em meus
conhecimentos de enfermagem adquiridos após anos de longas internações médicas.
Atualmente
pago (sem poder) duas acompanhantes: uma de segunda a sexta-feira, outra,
sábados e domingos. Meu padrão de vida é totalmente incompatível com minha
realidade. Ainda preciso realizar duas cirurgias: uma plástica na região
glútea, e outra ortopédica no joelho esquerdo. O estado do Rio de Janeiro (até
onde sei), não possuí estrutura e/ou recursos para intervenções cirúrgicas tão
meticulosas. Em São Paulo, sim. Mas preciso de recursos para mais esta
empreitada.
Necessito de doações de qualquer
valor, está em
jogo minha sobrevivência, bem-estar e minha manutenção diária (cuidados
caseiros – curativos, alimentação, e outros), pois até que justiça olhe por mim
talvez meu tempo tenha expirado.
9 de out. de 2014
22 de mar. de 2014
Astrócitos - esperança de cura para paraplegia
Ao introduzir o gene SOX2 em células nervosas da medula espinhal chamadas astrócitos, os pesquisadores conseguiram transformá-las em neuroblastos (progenitores de neurônios), cujos núcleos estão marcados em azul. (foto: Chun-Li Zhang)
Células-tronco, robôs e até estímulos luminosos: as estratégias usadas para tentar curar lesões na medula espinhal são diversas. Agora um estudo publicado na revista Nature Communications mostrou que a solução pode estar na própria medula. Ao transformar astrócitos (células com formato de estrela responsáveis por dar suporte ao sistema nervoso) em neurônios em testes com camundongos, pesquisadores deram o pontapé inicial para a possível regeneração da espinha dorsal.
A técnica se divide em duas partes. Primeiro, os cientistas introduzem um vírus contendo o gene SOX2 nos astrócitos da medula lesionada do camundongo. Tal gene é capaz de converter os astrócitos em neuroblastos, células progenitoras que dão origem a neurônios. A seguir, o camundongo recebe ácido valproico, medicamento comumente usado para tratar epilepsia e transtorno bipolar, mas que, nesse caso, impulsiona o amadurecimento dos neuroblastos em neurônios.
Zhang: “Por serem produzidos localmente, esses neurônios têm maior chance de formar conexões com neurônios preexistentes”
Diferentemente de técnicas em que a célula é reprogramada in vitro para depois ser implantada no camundongo, o método usado no estudo faz com que a célula retorne ao estágio de progenitora dentro do próprio animal. “Por serem produzidos localmente, esses neurônios têm maior chance de formar conexões com neurônios preexistentes”, explica o geneticista Chun-Li Zhang, pesquisador da Universidade do Texas, nos Estados Unidos, e coautor do estudo. “Além disso, o neurônio é produzido a partir de um astrócito do próprio paciente, o que evita rejeição pelo sistema imune.”
O pesquisador esclarece que a produção de neurônios na medula é muito limitada e os próprios astrócitos impedem a regeneração do órgão após a lesão. Ao formar uma espécie de cicatriz no local lesionado, os astrócitos criam uma barreira física e liberam substâncias que impedem que neurônios localizados antes da lesão se comuniquem com os que estão depois dela. “Mas é importante salientar que os astrócitos normais são benéficos para o sistema nervoso e que o nosso objetivo é converter em neurônios apenas os astrócitos da cicatriz”, esclarece.
Zhang destaca outro ponto positivo da técnica: após observar os camundongos por um ano, não foi identificada formação de tumor nos animais. Esse efeito adverso preocupa os cientistas que trabalham com conversão de células adultas em células progenitoras.
Resultados preliminares
Apesar das vantagens, os resultados obtidos com a terapia ainda são preliminares. Segundo Zhang, a quantidade de astrócitos convertida em neurônios é baixa; portanto, não foi possível medir o grau de recuperação da medula espinhal dos camundongos após o tratamento.
A quantidade de astrócitos convertida em neurônios é baixa; portanto, não foi possível medir o grau de recuperação da medula após o tratamento
“Cerca de 6% dos astrócitos que receberam o gene foram convertidos, o que equivale a alguns milhares de neurônios produzidos”, diz. Por conta disso, a equipe não fez testes para saber se os animais, que tinham lesão medular severa, conseguiram recuperar a capacidade de locomoção.
Mas o pesquisador está esperançoso quanto aos próximos passos da pesquisa. Agora, a equipe pretende analisar formas de converter os astrócitos em um número maior de neurônios, além de avaliar se esses neurônios conseguem se conectar com as células preexistentes, transmitindo informações a elas. “Por último, pretendemos fazer testes que permitam identificar se a medula espinhal desses camundongos recuperou sua função por completo”, finaliza o geneticista.
Saúde Genética Medicina Terapia celular
Por: Mariana Rocha
Publicado em 17/03/2014 | Atualizado em 17/03/2014
20 de mar. de 2014
Quem sou:
Ricardo
Oliveira (Monclair). Em 6 de junho de 1999, aos 29 anos, ao voltar para a casa de
moto, cruzei com um “bonde de traficantes” que roubava carros num sinal de
trânsito. Um dos marginais ao me avistar, após eu ter saído de uma curva
próxima, correu em minha direção e, sem dizer nada, começou a disparar sua
arma. Infelizmente um dos tiros acertou-me logo abaixo da axila esquerda,
fraturando quatro costelas, lesionando duas vértebras e perfurando os dois
pulmões. Mesmo assim não caí da moto e fugi em disparada. Alguns metros
adiante, meus pés saíram das pedaleiras e as pernas ficaram totalmente
estáticas e rígidas. Naquele instante, percebi que o tiro tinha acertado minha
coluna vertebral e, apesar do corpo dormente e formigando do peito para baixo,
continuei conduzindo a moto, mas logo o desespero tomou conta de mim. Subi em
uma calçada, freei e caí. Uma vez no chão, olhei para o céu e, como em um
filme, o futuro passou por minha cabeça: tudo o que imaginei naquele instante
aconteceu e vem acontecendo até hoje.
Após
28 dias em coma, acordo paraplégico! Minhas pernas, frias como o mármore...
Observava meus pés, e notava que os dedos começavam a se dobrar, estavam
começando a atrofiar. Usava fraldas e uma sonda para urinar. Alimentava-me
através de sonda também. Na hora do banho viravam-me de um lado para o outro e
ainda assim feridas abriam pelo corpo, sentia-me um boneco fantoche num teatro
de horrores. - Aprendi rápido que ficar paraplégico é passar uma humilhação a
cada dia. Não existe essa de vida quase normal. Treze anos se passaram, sempre
acreditando que hoje será melhor do que foi ontem. Ergui minha cabeça olhei
adiante e determinei que as situações extremas me levariam a superação. Não
permito que a rotina me acomode e que o medo me impeça de tentar. E vencer a
minha paraplegia tornou-se minha obstinação!
e-mail:
ricardomonclair@gmail.com
O que são as células-tronco embrionárias?
As células-tronco embrionárias
(blastocistos), motivo de tanta controvérsia, têm a capacidade de se
diferenciar em qualquer tipo celular e podem ser produzidas a partir de
blastocistos humanos. " blastocisto - 5° dia- nesta fase, ele é apenas um
aglomerado de 100 células e não um ser humano. O termo embrião refere-se ao ser
humano em seus primeiros estágios de desenvolvimento. Não costuma ser usado
senão a partir da metade da segunda semana.” (Moore & Persaud, in escopo da
embriologia) — Clinicamente falando, a fertilização se completa até 24 hs após
o ato sexual, período no qual se forma o “zigoto” (zigoto-célula resultante da
fertilização de um óvulo por um espermatozóide). “A divisão do zigoto começa 30
hs após a fertilização. “O zigoto”, por sua vez, divide-se em células
denominadas “blastômeros", os blastômeros começam a multiplicar-se
e dividem-se até a formação da “mórula” (mórula, uma bola sólida de 12 ou mais
blastômeros) e é formada três dias após a fertilização, ou seja, 72 hs.” (Moore
& Persaud, in “Embriologia Clínica”) Sendo a mórula o último estágio de
evolução antes do blastocisto, (blastocisto - 5° dia) e sendo os blastocistos
as células-tronco embrionárias. — Ora, então o que dizer da pílula do dia
seguinte? — Prática liberada em dezenas de países; método pelo qual interrompe
uma suposta gravidez até 72 hs após o ato sexual. Eis a questão... — A ciência
comprova que o embrião não têm vida própria até a segunda semana de existência.
Se levássemos em conta que a morte é decretada quando pára de funcionar o
sistema nervoso, as células-tronco embrionárias (blastocisto) não poderiam ser
consideradas como um ser vivo, pois não têm esse sistema. Aliás, começa a
desenvolver-se entre o décimo - quarto e décimo - sexto dias. — E o coração,
este só é formado após vinte dias. Cientifica e biologicamente, as células
criadas não são indivíduos: É VIDA CELULAR!!!)
Obrigado, Ricardo Oliveira
e-mail: ricardomonclair@gmail.com
A fração de tempo de uma vida
Você se estressa por causa de 10 minutos? —
Pois saiba que há 13 anos, equivalentes à: 156 meses, 4475 dias, 113.880 horas,
ou então: 163.087.200 milhões de minutos, permaneço deitado ou sentado
escutando: “paraplegia não tem cura, nada posso fazer por você”, ou "viva
sua vida" como muitos fazem, seja feliz e etc... É fácil dizer quando não
se vive essa realidade. Então: se
ninguém pode fazer nada eu posso; estudo minha lesão, busco a cura
incessantemente, faço diferente! Minha maior realização será provar a todos que
a força de vontade e a determinação de um homem podem mudar sua estória e o
destino de muitos. — O tempo passa lentamente quando sofremos e rapidamente
quando somos levados a situações extremas. Esperança e sonhos realizados, nem
sempre acontecem ao longo de nossa existência enquanto não tomarmos uma
atitude, se não tenho saída, o certo a ser feito é criá-la ou aceitar as
estatística. Nenhum destino pode ser compartilhado como insistem em nos dizer,
acredite: podemos mudar nossas vidas e, até, a história. Querer é poder, O
SEGREDO do poder está em querer! Não podemos impedir os reveses da vida, mas
podemos escolher como enfrentá-los para sermos lembrados como homens ou
mulheres de coragem. Alguém me perguntou até aonde iria minha coragem, lhe respondi:
nasci livre e livre morrerei. Preso a uma cadeira de rodas não continuarei. Eu
vou vencer minha paraplegia a qualquer preço ainda que esse preço custe minha
vida. Não escrevi este texto para ser apelativo, afrontar ou agradar ninguém.
Escrevi-o para expressar o que sinto. Através deste sinto-me livre e o que hei
de fazer, me libertará para sempre...
Obrigado, Ricardo Oliveira
e-mail: ricardomonclair@gmail.com
Paraplegia / Tetraplegia
As pessoas se acostumaram com o modelo do
paraplégico sentado numa cadeira de rodas, bem penteado e arrumado, mas não
imaginam que exista toda uma infra-estrutura envolvida e que a maioria, (mais
de 85% dos casos), não tem condições de arcar com os custos de um tratamento.
Para os que não sabem, paraplegia mata! Não a deficiência em si, mas as
sequelas associadas à lesão. Os paraplégicos deparam-se com uma vida de grande
incapacidade, requerendo acompanhamento e cuidados contínuos, e a experiência
de inúmeros profissionais de saúde, por toda a vida. Complicações de sepse
(infecção), são uma importante causa de morte nos paraplégicos, permanecendo o
risco pelo resto de suas vidas. Edemas nos membros inferiores, contraturas
articulares, problemas respiratórios e dor. O déficit neurológico é permanente
e novos problemas de saúde podem desenvolver-se: osteomielite, fístulas e
espasmos musculares, sensibilidade profunda, descontrole vesical e intestinal.
Isso tudo, além de perda da função e da sensibilidade sexual, em grande parte
das lesões. A imobilidade leva a ruptura cutânea (úlceras de decúbito, ou
escaras) e, infecções urinárias por toda a vida. — Sei que muitas serão as
interpretações de meu texto. Por mais contundente que pareça, já era a hora e o
momento de se fazer conhecido nosso real sofrimento. Apesar de polêmica,
defendo uma linha de pesquisas na qual sejam utilizados voluntários, quer em
terapias e/ou cirurgias experimentais. — Cito exemplos: 1º transplante de
coração, 1ª cirurgia de múltiplos transplantes de órgãos, 1º transplante de
pulmões, rins, fígado e outros. Até mesmo cirurgias complexas, de alto risco,
como a separação de gêmeos siameses. Senhores: tudo é questão de iniciativa;
falta apenas um precedente. Não existe progresso sem sacrifícios, nem cura sem
voluntários em terapias e/ou cirurgias experimentais. Terapias promissoras de
regeneração envolvem a manipulação de células-tronco embrionárias, sim.
Células-tronco adultas não se transformam em neurônio é um fato! Não se pode
frear a ciência. O que está ocorrendo é o adiamento do inevitável. Eu sou
voluntário, eu fiz a minha escolha. Hoje tenho excelente saúde; sequer aparento
meus 43 anos, mas e amanhã? — Ninguém vivencia meu dia a dia! Ninguém pode me
julgar.
Obrigado, Ricardo Oliveira
e-mail: ricardomonclair@gmail.com
Experiências na China
O Programa
Fantástico da Rede Globo exibiu duas matérias (1ª: 31/08/08 e a 2ª: 21/09/08) a
respeito de duas BRASILEIRAS que submeteram-se a cirurgias experimentais no
exterior.
Camila e
Daniela são duas jovens que têm em comum uma firme determinação: recuperar os
movimentos do corpo. Daniela ficou tetraplégica em 2006, num acidente de carro
em Taubaté, interior de São Paulo. Camila foi vítima de bala perdida no Rio de
Janeiro há catorze anos.
As duas
estudantes aceitaram o risco! Elas receberam um implante de células–tronco no
exterior. Camila em Portugal; Daniela, na China com o Drº Huang Hongyun.
As duas
estudantes apostaram alto. Daniela gastou R$ 40 mil. Camila, R$ 93 mil por uma
cirurgia de resultado incerto.
Existem
coincidências e diferenças entre o tratamento (cirurgia) que ambas receberam e
o tratamento que desejo realizar: eu sou cobaia mesmo! Meu tratamento é muito
mais específico e objetivo, eu vou ser literalmente estudado para receber uma
cirurgia única; não quero dizer que vou obter a cura com somente uma
intervenção cirúrgica. Cada caso é um caso, e em ambos os casos descritos acima
às mesmas utilizaram um método já conhecido (células-tronco do bulbo olfatório
em Camila. Camila recebeu um transplante autólogo. Daniela, utilizou
células-tronco de fetos abortados aos 4 meses de gestação), ambos os métodos
não são reconhecidos pela comunidade médica internacional. No meu caso também,
e o resultado ainda é totalmente desconhecido. — Minha lesão será estudada e
participarei de um protocolo nunca antes realizado em seres humanos. Resumo: eu
quero a cura de fato, independentemente do tempo e/ou cirurgias a serem
realizadas, não vou ficar indo e vindo, me expondo por pouco. Não tenho
dinheiro para tal. Eu vou, repito participar de um projeto experimental em toda
sua totalidade até obtenção da cura. Eu vou arriscar tudo mesmo! Há 19 anos
atrás (1994), o ator americano Christopher Reeve (SUPERMAN) também quis! E
tornou-se o grande porta voz e entusiasta das pesquisas com células-tronco.
Faleceu em 10/10/2004, vencido pelo tempo e pela ignorância dos homens que
supõem ter o poder de decidir o destino da humanidade... — Disseram-lhe NÃO
quando se ofereceu como voluntário (cobaia) pelo motivo de ser um homem público
e famoso... “São os chamados critérios de elegibilidade”.
Ninguém que
não esteja ciente de que o transplante de células-tronco embrionárias para
regeneração neurológica ainda não obteve hesito em seres humanos será
selecionado.
A cura é
possível e já ocorreu em mamíferos, porém o DNA humano é o mais complexo da
natureza; muitos motivos escusos a impedem: indústria farmacêutica faturando
bilhões de dólares com novos medicamentos é apenas um dos exemplos. A cura é
possível, mas tem que acreditar e querer muito, arriscar tudo mesmo e ser
despreendido de todos os valores considerados éticos nos dias atuais. Por esses motivos me apresentei é o único
caminho e vou em busca de um resultado final positivo...
Obrigado,
Ricardo Oliveira.
e-mail:
ricardomonclair@gmail.com
19 de mar. de 2014
Fraturas / Lesões ósseas / Parafusos de seda
Uma equipe
formada por engenheiros médicos da Universidade Tufts, do Estado americano de
Massachusetts (nordeste dos EUA), e do Centro Médico Beth Israel Deaconess,
também nos Estados Unidos, produziu 28 parafusos a partir de moldes nos quais
foram colocadas proteínas obtidas de casulos de bicho-da-seda.
Eles foram
implantados nos ossos de seis ratos por entre quatro e oito semanas, ao final
das quais eles já tinham começado a se dissolver.
Os
pesquisadores atribuíram o fato deles se dissolverem à fibra natural em sua
composição.
METAL
A
expectativa dos cientistas é que essas peças venham a substituir as de metal
usadas atualmente no reparo de ossos quebrados.
Quando um
osso é fraturado, placas e parafusos de metal são usados para religar e fixar
as partes rompidas. Mas, além de serem rígidas e incômodas, essas peças geram
risco de infecção.
Em muitos
casos, elas têm de ser removidas depois que a fratura foi corrigida, o que
requer uma nova cirurgia.
Materiais
sintéticos usados como alternativa para evitar esses problemas são difíceis de
serem implantados e podem gerar reações inflamatórias, afirmam os
pesquisadores.
Já no caso
da seda, além de sua composição e rigidez serem parecidas com as do osso, o
fato dela ser absorvida pelo organismo torna o material promissor.
"Queremos
produzir uma série de aparelhos ortopédicos baseados nessa tecnologia para os
casos em que não é desejável que as peças permaneçam no corpo", diz David
Kaplan, cientista-chefe do estudo, à BBC News.
"Esse
tipo de material não interfere em aparelhos de raio x, não dispara alarmes e
não gera sensibilidade ao frio como o metal."
PREVENINDO A
DOR:
Divulgada em
um estudo na publicação científica Nature Communications, a nova técnica só foi
testada em cobaias até agora.
A seda já
fora usada em suturas, mas recentemente tem sido aplicada também em implantes
médicos.
Pesquisadores
alemães cobriram próteses de silicone com uma fina camada de proteínas de seda
geradas em laboratório.
Estudos
pré-clínicos sugerem que isso reduz ou previne dores causadas pelos implantes.
FONTE - Helen Briggs
Da BBC News http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2014/03/140305_parafusos_seda_rb.shtml
23 de fev. de 2014
The Miami Project to Cure Paralysis
“This historic clinical trial represents a giant step forward in a field of medicine where each tangible step has tremendous value. This trial, and these first patients in this trial specifically, are extremely important to our mission of curing paralysis,” said neurosurgeon Barth Green, M.D., Co-Founder and Chairman of The Miami Project, and Professor and Chair of Neurological Surgery. “The Miami Project team includes hundreds of scientists, clinicians, and technicians who have joined hands to make the ‘impossible possible,’ for which this trial is a key goal and dream now being realized. This achievement reaffirms that the tens of millions of dollars and the incalculable work hours were well invested in this first of a kind human Schwann cell project.”
Led by W. Dalton Dietrich, Ph.D., Scientific Director of The Miami Project and Professor of Neurological Surgery, Neurology and Cell Biology & Anatomy, the Schwann cell clinical trial team at The Miami Project is composed of a multi-disciplinary group of basic science and clinical faculty members, scientific staff, and regulatory personnel focused on advancing the trial. The transplantation procedure was conducted by the Principal Investigators of the trial, Drs. Allan Levi, M.D., Ph.D., Professor of Neurological Surgery, Orthopedics, and Rehabilitation, and James Guest, M.D., Ph.D., Associate Professor of Neurological Surgery. The patient had a neurologically complete thoracic spinal injury and received the transplantation of autologous Schwann cells about four weeks post-injury. There have been no adverse events and the team is moving forward with the trial.
“As a basic scientist, the hope is always to increase knowledge and discovery,” said Dietrich. “Not every day are you able to see that translated into the clinical realm with the hopes of bettering the lives of those suffering, so this Phase I clinical trial is a vital step for the field of SCI research, and for The Miami Project team that has been working diligently on this therapeutic concept for more than a quarter of a century. This trial, when completed successfully, will lay the critical foundation for future cell-based therapies to target spinal cord injuries.”
The Miami Project clinical trial will enroll a total of eight participants with acute thoracic SCI. Newly injured patients brought to the trauma center would have to meet the stringent inclusion criteria. The participants will undergo a biopsy of a sensory nerve in one leg to obtain the tissue from which to grow their own Schwann cells. The Schwann cells are then grown in a state-of-the art culturing facility for three to five weeks to generate the number of cells necessary for transplantation, and to undergo the strict purification process. By the time the Schwann cells are surgically transplanted into the injury site, participants will be 26-42 days post-injury.
All procedures will be conducted at UM/Jackson and The Miami Project to Cure Paralysis, with colleagues at the University of Miami Miller School of Medicine. Each participant will be followed intensively for one year after receiving the transplantation surgery, and their neurologic status, medical status, pain symptoms, and muscle spasticity will be evaluated. It is expected that it could be two to three years from the time the first subject is enrolled until the final subject is one year post-transplantation. All participants will continue to be monitored for an additional four years under a separate clinical protocol. This Phase I trial is the foundation upon which The Miami Project will develop future cell transplant trials targeting different types of injuries, times post-injury, and therapeutic combinations.
Led by W. Dalton Dietrich, Ph.D., Scientific Director of The Miami Project and Professor of Neurological Surgery, Neurology and Cell Biology & Anatomy, the Schwann cell clinical trial team at The Miami Project is composed of a multi-disciplinary group of basic science and clinical faculty members, scientific staff, and regulatory personnel focused on advancing the trial. The transplantation procedure was conducted by the Principal Investigators of the trial, Drs. Allan Levi, M.D., Ph.D., Professor of Neurological Surgery, Orthopedics, and Rehabilitation, and James Guest, M.D., Ph.D., Associate Professor of Neurological Surgery. The patient had a neurologically complete thoracic spinal injury and received the transplantation of autologous Schwann cells about four weeks post-injury. There have been no adverse events and the team is moving forward with the trial.
“As a basic scientist, the hope is always to increase knowledge and discovery,” said Dietrich. “Not every day are you able to see that translated into the clinical realm with the hopes of bettering the lives of those suffering, so this Phase I clinical trial is a vital step for the field of SCI research, and for The Miami Project team that has been working diligently on this therapeutic concept for more than a quarter of a century. This trial, when completed successfully, will lay the critical foundation for future cell-based therapies to target spinal cord injuries.”
The Miami Project clinical trial will enroll a total of eight participants with acute thoracic SCI. Newly injured patients brought to the trauma center would have to meet the stringent inclusion criteria. The participants will undergo a biopsy of a sensory nerve in one leg to obtain the tissue from which to grow their own Schwann cells. The Schwann cells are then grown in a state-of-the art culturing facility for three to five weeks to generate the number of cells necessary for transplantation, and to undergo the strict purification process. By the time the Schwann cells are surgically transplanted into the injury site, participants will be 26-42 days post-injury.
All procedures will be conducted at UM/Jackson and The Miami Project to Cure Paralysis, with colleagues at the University of Miami Miller School of Medicine. Each participant will be followed intensively for one year after receiving the transplantation surgery, and their neurologic status, medical status, pain symptoms, and muscle spasticity will be evaluated. It is expected that it could be two to three years from the time the first subject is enrolled until the final subject is one year post-transplantation. All participants will continue to be monitored for an additional four years under a separate clinical protocol. This Phase I trial is the foundation upon which The Miami Project will develop future cell transplant trials targeting different types of injuries, times post-injury, and therapeutic combinations.
22 de fev. de 2014
8 de fev. de 2014
O futuro da medicina personalizada (cet's)
Uma pesquisa promete revolucionar os tratamentos que envolvem células-tronco.
Os cientistas fizeram com que células adultas de camundongos regredissem até se tornarem semelhantes às embrionárias, capazes de se transformarem em qualquer célula do corpo.
Um vídeo mostra a experiência. Bastou pôr as células maduras numa solução um pouco ácida por meia hora para que elas regredissem ao estágio de célula-tronco.
Liderados por uma cientista japonesa, com a colaboração da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, os pesquisadores inseriram essas células-tronco no embrião de um camundongo.
As novas células passaram a integrar vários órgãos do embrião, inclusive o coração - que é possível ver batendo na imagem.
Segundo pesquisadores que revisaram mas não participaram do estudo, se essa técnica funcionar em humanos, ela poderá revolucionar o tratamento de doenças como o câncer, por exemplo. As células-tronco podem evitar o risco de rejeição à transplantes de órgãos já que o paciente receberia tecido feito à partir do próprio corpo. Segundo os cientistas, a pesquisa divulgada nesta quarta marcaria a chegada da era da medicina personalizada.
Pesquisa divulgada em 29/01/2014 na revista científica Nature.
Fonte: JN 29/01/2014
U
27 de dez. de 2013
14 de out. de 2013
Cegueira revertida graças a implante de dente no olho
Por
mais estranho que o título desta matéria pareça, essa foi última proeza médica
a virar notícia no mundo. De acordo com o site news.com.au, Ian Tibbetts, um
britânico de 43 anos, recuperou parte da visão depois de passar por um radical
e revolucionário procedimento chamado osteo-odonto-queratoprótese — ou OOKP —,
que consiste no implante de uma espécie córnea artificial desenvolvida a partir
de um fragmento de dente.
Tibbetts
participou de um documentário produzido pela BBC e contou que teve a córnea
dilacerada durante um acidente de trabalho, que o deixou cego. Depois de tentar
outras opções para recuperar a visão, o britânico decidiu passar pelo complexo
procedimento, que foi realizado em um hospital de Brighton, na Inglaterra.Conforme descreveu, a cirurgia foi levada a cabo em duas etapas, sendo que a primeira consistiu em remover um dente e uma parte do maxilar de Tibbets e inserir uma lente dentro do dente com uma broca. Posteriormente, o dente com a lente foi colocado sob um dos olhos de Tibbetts durante alguns meses para que se mantivesse vascularizado e desenvolvesse os tecidos necessários.
A segunda etapa consistiu em remover parte da córnea danificada do britânico e implantar o dente no olho. Como essa estrutura foi criada a partir de tecidos do próprio paciente, o risco de rejeição é minimizado. O dente então funciona como uma espécie de suporte que mantém a lente no lugar. Tibbetts foi recuperando a visão gradualmente, e hoje ela é equivalente a 40% do normal.
Fonte: The
Independent
6 de out. de 2013
Exoesqueleto de Miguel de Nicolelis
O
neurocientista brasileiro Miguel Nicolelis anunciou que vai iniciar no país,
entre o fim de outubro e o início de novembro, testes com humanos do
exoesqueleto que, segundo o pesquisador, fará um jovem paraplégico dar o
pontapé inicial da Copa do Mundo de 2014.
A informação foi divulgada nesta sexta-feira (4) durante o seminário "Inovação: investimentos em pesquisa e desenvolvimento", promovido pela revista "Brasileiros" em São Paulo. Nicolelis participou do encontro por meio de teleconferência, direto da Universidade Duke, em Durham, nos Estados Unidos, onde funciona um dos laboratórios que desenvolvem o exoesqueleto.
O que é o exoesqueleto:
Laboratório na AACD
A informação foi divulgada nesta sexta-feira (4) durante o seminário "Inovação: investimentos em pesquisa e desenvolvimento", promovido pela revista "Brasileiros" em São Paulo. Nicolelis participou do encontro por meio de teleconferência, direto da Universidade Duke, em Durham, nos Estados Unidos, onde funciona um dos laboratórios que desenvolvem o exoesqueleto.
O
pesquisador afirmou que pequenos testes já foram feitos com humanos, com partes
do equipamento. "No Brasil, os testes vão começar entre o fim de outubro e
o começo de novembro. Já testamos as articulações, os motores e o controle
neural, e agora tudo isso está sendo montado, finalizado. Na simulação, [o
exoesqueleto] funcionou bem, mas agora o desafio é colocar a veste completa,
com articulações e movimentos", explicou. - Segundo
Nicolelis, cerca de cem cientistas americanos, europeus e brasileiros trabalham
no Walk Again Project (Projeto Andar de Novo). O projeto é uma parceria entre a
Universidade Duke e instituições de Lausanne (na Suíça), Berlim e Munique
(ambas na Alemanha), Natal e São Paulo.
O que é o exoesqueleto:
O
exoesqueleto é um aparelho que envolve os membros paralisados – no caso de um
paraplégico, as pernas. Ele pode ser conectado diretamente ao cérebro do
paciente, que então controlaria o equipamento como se fosse parte de seu
próprio corpo. Dessa forma, seria perfeitamente possível que um paraplégico
chutasse uma bola.
A
técnica faz parte de uma linha de pesquisa conhecida como "interface
cérebro-máquina", com a qual Nicolelis já obteve resultados internacionalmente
relevantes. Em um dos mais importantes, o neurocientista fez com que macacos
não só controlassem uma mão virtual, como também sentissem uma espécie de tato
quando exerciam a atividade.Laboratório na AACD
Experimentos
com voluntários serão feitos na Associação de Assistência à Criança Deficiente
(AACD) em São Paulo, onde também passará a funcionar até o fim deste mês um
laboratório dirigido por Nicolelis.
Fonte: Portal G1 05/10/2013
14 de set. de 2013
Avanço nos protolos de células-tronco
A
Neuralstem, Inc. (NYSE MKT: CUR) anuncia que foi tratado o primeiro paciente no
estudo Fase II usando NSI-566 de células tronco neurais derivadas da medula
espinhal no tratamento de esclerose lateral amiotrófica (ELA ou doença de Lou
Gehrig) no Emory University Hospital em Atlanta, Geórgia.
O
estudo de segurança e escalonamento de dose Fase II, que acontece no Emory e no
University of Michigan Health System, foi projetado para tratar até 15
pacientes em cinco diferentes coortes de dosagem. Todos os pacientes serão
ambulatoriais e residirão na região geográfica do centro de pesquisa onde
participam. Os primeiros 12 pacientes receberão injeções apenas na região
cervical da medula espinhal, onde as células tronco podem ajudar a preservar a
função de respiração. Os três pacientes finais receberão injeções na região
cervical e lombar. A dose será aumentada tanto no número de injeções quanto no
de células por injeção durante todo o estudo. Na Fase I, o estudo evoluiu para
um máximo de 15 injeções de 100.000 células cada. Na Fase II, o estudo evoluirá
até a um máximo de 40 injeções de até 400.000 células por injeção.
Para
ver o release completo, acesse: http://www.prnewswire.com/news-releases/first-patient-treated-in-phase-ii-of-neuralstem-als-stem-cell-trial-223118791.html
7 de ago. de 2013
Hamburguer de células-tronco
Pesquisadores
da Universidade Maastricht, da Holanda, apresentaram, nesta segunda, 01 de
Agosto de 2013; um hamburguer produzido inteiramente em laboratório. A carne,
feita a partir de células tronco, foi formada por 20 mil cordões de proteína
que, posteriormente, foram agrupados em forma de hamburguer. O custo total do
lanche? 325 mil dólares.
O
dinheiro todo foi doado pelo co-fundador do Google, Sergey Brin, e é o
resultado de cinco anos de pesquisas. A ideia é criar alternativas para
complementar a indústria de alimentos, que, estima-se, não será capaz de suprir
toda a população nos próximos 40 anos. Em 2050, atingiremos a marca de 9,6
bilhões de humanos, de acordo com projeções da ONU. O hamburguer foi provado ao vivo (veja o vídeo), em um canal da TV britânica, por dois voluntários, Hanni Rutzler, uma pesquisadora austríaca, e Josh Schonwald, um crítico gastronômico de Chicago. O veredicto foi de que o hamburguer parecia autêntico, embora se notassem algumas particularidades - por não ter gordura, a carne era menos suculenta, embora sua textura e sabor fossem idênticos.
O processo para criar o lanche é complicado, células-tronco precisam ser retiradas do ombro de vacas e serem colocadas em um 'meio de cultivo' (linfa de bezerro, no caso) para que ela se diferencie e comece a se desenvolver em fibras musculares. Pelo processo ainda ser demorado, caro e 'manual', os cientistas responsáveis pelo desenvolvimento do hamburguer estimam que a carne de laboratório irá chegar aos mercados em um prazo de 10 a 20 anos. Outro obstáculo que o produto deve enfrentar é a desconfiança do consumidor.
15 de jul. de 2013
A saúde no Rio de Janeiro (capital)
Rio de Janeiro, 15 de Julho de 2013
Reivindicamos o fim das "privatizações" na saúde do Rio. A meu ver, tudo piorou com esse sistema ineficiente do Prefeito Eduardo Paes. As UPAS, e a central de regulação precisam de uma melhor gestão. – Precisamos de concursos públicos para novos médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem e fisioterapeutas, pois dessa forma melhoraríamos o sistema.
Reivindicamos uma melhor remuneração para os profissionais atuais, pois no modelo “privatizado", todos os profissionais em todas as categorias, classes e níveis, ganham até três vezes mais!
PRIVATIZOU POR QUÊ? –– A privatização saiu a um custo muito mais elevado que o modelo anterior, além de tirar a autonomia dos principais hospitais da rede municipal, subjugando-os a uma administração ao mínimo duvidosa. Queremos uma CPI da saúde no munícipio do RIO DE JANEIRO. O Prefeito Eduardo Paes, está passando ileso por todas essas manifestações populares e alguns pontos ficaram esquecidos:
1° Por que não realizar novos concursos públicos para área da saúde, nas categorias acima descritas e decretando assim o fim das chamadas: “OSS” (organização social de saúde).
2° Reaparelhamento dos hospitais municipais existentes. (existe excesso de equipamentos sucateados que são obsoletos)
3° Os hospitais públicos não absorvem mais os chamados pacientes crônicos, por quê?
4° Por que construir UPAS dentro do mesmo espaço físico dos hospitais e entregar boa parte dessas unidades para que mudem de gestão; e rebatizadas de: “OSS”- (organização social de saúde), sejam entregues para iniciativa privada?
5° Por que privatizar vários setores da saúde e ter de pagar um valor final muitas vezes até três vezes mais elevados? Por que não investir todos esses recursos numa ampla modernização dos hospitais municipais existentes?
Reivindicamos o fim das "privatizações" na saúde do Rio. A meu ver, tudo piorou com esse sistema ineficiente do Prefeito Eduardo Paes. As UPAS, e a central de regulação precisam de uma melhor gestão. – Precisamos de concursos públicos para novos médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem e fisioterapeutas, pois dessa forma melhoraríamos o sistema.
Reivindicamos uma melhor remuneração para os profissionais atuais, pois no modelo “privatizado", todos os profissionais em todas as categorias, classes e níveis, ganham até três vezes mais!
PRIVATIZOU POR QUÊ? –– A privatização saiu a um custo muito mais elevado que o modelo anterior, além de tirar a autonomia dos principais hospitais da rede municipal, subjugando-os a uma administração ao mínimo duvidosa. Queremos uma CPI da saúde no munícipio do RIO DE JANEIRO. O Prefeito Eduardo Paes, está passando ileso por todas essas manifestações populares e alguns pontos ficaram esquecidos:
1° Por que não realizar novos concursos públicos para área da saúde, nas categorias acima descritas e decretando assim o fim das chamadas: “OSS” (organização social de saúde).
2° Reaparelhamento dos hospitais municipais existentes. (existe excesso de equipamentos sucateados que são obsoletos)
3° Os hospitais públicos não absorvem mais os chamados pacientes crônicos, por quê?
4° Por que construir UPAS dentro do mesmo espaço físico dos hospitais e entregar boa parte dessas unidades para que mudem de gestão; e rebatizadas de: “OSS”- (organização social de saúde), sejam entregues para iniciativa privada?
5° Por que privatizar vários setores da saúde e ter de pagar um valor final muitas vezes até três vezes mais elevados? Por que não investir todos esses recursos numa ampla modernização dos hospitais municipais existentes?
Ricardo
Oliveira, 43 anos - morador do Rio de Janeiro (capital)
17 de jun. de 2013
Cientistas fazem experimentos com a criação de órgãos humanos artificiais
Cientistas
cada vez mais estão testando como produzir órgãos simples e partes do corpo
humano de forma artificial, cultivando células-tronco e usando suportes de
plástico e outros materiais para que elas cresçam ou como partes para
"hospedá-las" quando forem instaladas no corpo humano, informa a
agência de notícias Associated Press.

Na
Carolina do Norte, por exemplo, uma impressora 3D está sendo usada em um
laboratório para produzir protótipos de rins em miniatura e outras estruturas
para pesquisa. Ao invés de depositar tinta, a impressora usa um gel biodegradável,
banhado em uma mistura de células, para "construir" um rim camada por
camada.
Professor
da Universidade Wake Forest, onde o experimento está sendo realizado, Anthony
Atala informa que seu laboratório também produz moldes para orelhas e narizes.
Órgãos internos como fígados, corações e rins são muito mais complexos de se reproduzir. Pesquisador segura
molde em miniatura de rim humano criado com impressora 3D em um laboratório.
(Foto: Allen Breed/AP) - Todos
são experimentos, e o professor afirma que deve levar muitos anos até que
órgãos "impressos" possam ser usados em pacientes. A maioria dos
testes em laboratório para o caso de produção de órgãos e partes do corpo ainda
está na fase inicial, longe do uso em pacientes, segundo os pesquisadores.
Vaso
sanguíneo: pesquisadores utilizaram células da medula óssea de uma garota
americana, Angela Irizarry, para produzir um vaso sanguíneo artificial para a
menina, há dois anos atrás. A garota, que hoje tem cinco anos, consegue dançar,
cantar e sonha em ser bombeira, de acordo com a Associated Press.
Angela
nasceu em 2007 com um problema no coração, uma condição que poderia ser letal
em pouco tempo de vida. O tratamento padrão envolveria uma série de cirurgias,
a última com um implante de um vaso sanguíneo próximo ao coração para conectar
uma veia em uma artéria.
Em
2011, médicos da Universidade de Yale disseram aos pais da menina que poderiam
tentar criar esse vaso sanguíneo com células da medula óssea da garota.
"Havia um risco", disse a mãe, Claudia Irizarry. Mas os pais
decidiram seguir em frente.
As
células da medula foram cultivadas envolvendo um tubo biodegradável de mais de
12 centímetros de comprimento. Após o tempo necessário para a preparação, o
enxerto foi implantado em Angela para que tomasse o lugar onde ficaria o vaso
sanguíneo, afirma a Associated Press. - Após quase dois anos, a garota está se
recuperando bem, diz a mãe.
Um
dos procedimentos mais comuns entre os testados pelos cientistas nos EUA é
utilizar as células dos próprios pacientes e cultivá-las em laboratórios, para
reparar problemas físicos simples - uma cartilagem do joelho, por exemplo.
Vítimas
de queimaduras estão sendo tratadas com pele criada em laboratório, diz ainda a
Associated Press.
Fonte: bem estar - Portal G1, em: 17/06/2013
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.... a respeito do que aconteceu em outubro de 2022
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